sábado, 13 de maio de 2017

Hoje...

...ou em outras palavras, algumas conspirações sobre Eu mesma! rs

Passados alguns anos e tantas reavaliações e mutações internas, seis anos desde a criação deste espaço para ser mais exata (caramba o tempo passa mesmo em um piscar de olhos!); eis-me aqui novamente, queridos, e desta vez ainda que não consiga ser assídua como o desejado, digo que vim para ficar! E é certo que serei resistente a todos os movimentos que queiram parar estas linhas, vim me preparando ao decorrer destes anos para ser forte e estruturada o suficiente para enfim enfrentar tudo aquilo que preciso for. E não há porque dizer de todos os motivos pelos quais fui parada, Eu não pretendo perder o meu tempo com explicações! O que flui em mim hoje é poesia e o que me trouxe a ela se faz agora um detalhe sem muita importância.


Os anos por aqui foram longos... muito embora tenham passado com a velocidade absurda de um encostar de pálpebras (vejam que não há nada de controverso em dizer que algo é longo e também rápido; o tempo do coração é extremamente diferente do tempo dos olhos! ;) ). Alguns anos foram frios e de desespero, mas alguns outros se fizeram um pouco mais calorosos; porém, todos estes anos sem nenhuma exceção, foram de aprendizado, de muuuuuito aprendizado e de buscar a mim mesma! de sobre tudo tecer o caminho mais próximo daquilo que internamente sou, da minha própria identidade artística e psíquica.
Mudei o cabelo, mudei de óculos, mudei de olhos, mudei a cara; aquela menina passou a ter um rosto de mulher, um olhar de mulher e umas convicções fortes de mulher. Mudei as roupas (ainda que as roupas não tenham me envelhecido, pelo contrario, passei a admitir as cores que moravam dentro de mim). Deixei o tempo nivelar a minha conduta e me tornei paridade! Deixei o tempo curar minhas feridas, mas ainda não ao ponto de eu me esquecer das valiosas lições que deixaram estas cicatrizes que carrego na pele e na alma. 

...e estou sem mais o que dizer... já disse que não vou mais perder meu tempo com inúteis explicações?

Quero essa Arte que não se explica, que não se formula, que apenas se sente, respira, inspira, expele! Quero esta Arte que apenas sobrevive ao desinteresse de uma alma que não mais rasteja, que hoje VOA!



Com carinho, poesia e enfim um verdadeiro recomeço,
Luana.

Fotografias desta postagem: 
Luana Lagreca pelas lentes do Fotógrafo Leo Rey (http://leorey.com.br/). 
Em Petrópolis/RJ, abril de 2017.

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